S√ČRIE VAGALUME: O CASO DA BORBOLETA AT√ćRIA

Olá! Sou a Cecília e tenho o maior orgulho de ser a mãe da Nati. Como sou uma mãe metida, vou me atrever a cooperar com algumas matérias (estou me sentindo!), e espero que consiga manter a atenção de vocês pelo menos nas duas primeiras frases.

Quem me conhece, sabe que sou uma apaixonada por livros. Tanto que, em uma √©poca, fazia parte do clube do livro.¬†Sempre recebia revistas com os t√≠tulos dispon√≠veis e comprava 1 ou 2 livros, geralmente √Āgatha Cristhie, dos quais pretendo falar em outra ocasi√£o.
Por esse motivo, resolvi que dentre tantas outras paix√Ķes, vou iniciar falando de livros. Isso porque [desabafo] juro que fico com vergonha ao ver tantos jovens escrevendo errado. Talvez o motivo principal seja mesmo o desleixo ou falta de interesse, mas n√£o consigo acreditar que uma pessoa que acessa diariamente as redes sociais n√£o observa certas palavras que fazem parte do nosso cotidiano, e continuam seus erros crassos [/desabafo].

O gosto pela leitura me vem com o t√≠tulo de “O Caso da Borboleta At√≠ria“. Este livro faz parte da s√©rie vagalume.
Pra quem n√£o conhece, a s√©rie vagalume¬†√©¬†uma cole√ß√£o de livros voltados ao p√ļblico infantojuvenil, lan√ßada pela Editora √Ātica¬†em 1972, e¬†era leitura quase que obrigat√≥ria quando come√ß√°vamos o gin√°sio (percebem que sou um pouco antiga?).

o caso da borboleta atiria

(via)

Escrito por L√ļcia Machado de Almeida e publicado em 1975, O Caso da Borboleta At√≠ria √© um livro com a inoc√™ncia da inf√Ęncia. Trata de uma borboleta que foi adotada por uma Jitiranaboia, que descobriu que At√≠ria tinha um pequeno defeito em uma das asas e, por esse motivo, n√£o poderia al√ßar longos voos pelo bosque. Mas, como todo jovem, a curiosidade a leva a se aventurar e, com isso, At√≠ria entra em v√°rios perrengues, o que deixa o leitor com o cora√ß√£o na m√£o, na torcida para que tudo termine logo e bem.

Entre tantos problemas, a jovem borboleta √© jogada para ser devorada por um inseto assustador e, ao cair no cub√≠culo onde estava, a…
Pensou que eu ia entregar tudo? Claro que não! Se for assim, você pode não pesquisar e não ler este livro, que é simples e de fácil leitura, uma boa indicação para incentivar os jovens a pegar gosto pela leitura.

 


Acompanhe o blog nas redes sociais
Facebook | Instagram | Pinterest | Blogloving | Snapchat: natalialemoos