ESPAÇOS ENCANTADORES PARA UM MINI WEDDING #1: CASINHA QUINTAL

O Lemonati nasceu da vontade de compartilhar as minhas viv√™ncias e experi√™ncias di√°rias e, hoje, exatos 7 meses em que eu¬†disse “sim” para¬†o meu – agora – noivo, inicio uma nova categoria aqui no blog. Vamos falar de am√ī, de mini weddings e de um tanto de lugares m√°gicos em S√£o Paulo para realizar esse tipo de cerim√īnia.

Casinha Quintal

Casinha Quintal

Do mesmo grupo do Casa Quintal e Espaço Quintal, o Casinha Quintal é um espaço singular e cheio de amor criado para mini weddings de até 50 convidados.
Localizada na Rua Goi√°s, a Casinha inspirada no Sul da Fran√ßa conta com 3 op√ß√Ķes¬†de card√°pios – vegetariano, finger food e √† la carte – criados pelo chefe Nicholas Penha, que deixam qualquer um com √°gua na boca (gente, s√©rio, a comida √© espetacular!).

O atendimento recebido no local tamb√©m √© algo a se comentar. Fizemos a visita num s√°bado em que haveria degusta√ß√£o mas, como n√£o sab√≠amos, n√£o hav√≠amos agendado nada. O Lu√≠s mora a mais ou menos 60 km de dist√Ęncia de mim e, por conta disso,¬†do trabalho e da faculdade, s√≥ conseguimos nos ver aos finais de semana. Informei para a Ana que seria muito dif√≠cil fazer uma degusta√ß√£o durante a semana, e ela foi super¬†prestativa e demonstrou total interesse em nos ajudar. Tanto √© que deu um jeitinho e conseguimos fazer a degusta√ß√£o no mesmo dia da visita. O Chef Nicholas, igualmente atencioso, veio falar com a gente (e com todas as outras mesas, claro) em dois momentos:¬†no in√≠cio da degusta√ß√£o, para nos explicar como funcionaria, e ao final, para esclarecer poss√≠veis d√ļvidas que ainda pudessem restar.

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O espa√ßo oferece op√ß√£o de servi√ßo completo – que inclui cerim√īnia, bolos, doces, bem casados e decora√ß√£o – com valores que¬†independem do dia da semana em que a cerim√īnia¬†ser√° realizada, o que √©¬†√≥timo porque s√≥ quem vive essa fase sabe o tanto que encarece um casamento aos s√°bados.

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Sala Noiva
Tratando-se de um local pequeno, o próprio espaço sugere que não tenha a presença de padrinhos e que a sala da noiva seja usada apenas para retoques e fotos.

Falando em sala da noiva: POR FAVOR ALGU√ČM ME ENSINA A N√ÉO AMAR A SALA DA NOIVA PORQUE EU QUERIA APENAS MORAR NELA DE T√ÉO MARAVILHOSA QUE √Č (na vdd, a casa inteira, n√© hihi)<3

As imagens para a publicação foram retiradas da página do Casinha Quintal, no facebook, e são do fotógrafo Matheus Pinheiro.
Para solicitar um or√ßamento, agendar uma visita, ou solicitar mais informa√ß√Ķes, entre em contato com a Ana atrav√©s do e-mail anaclaudia@casinhaquintal.com.br.

Espero que tenham se encantado tanto quanto eu.

 


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NA PLAYLIST: THE USED

The Used n√£o foi¬†a minha banda preferida na adolesc√™ncia, mas era uma das bandas que mais me faziam gritar¬†internamente quando eu ouvia alguma m√ļsica. Na verdade, esse v√≠deo de On My Own¬†ainda me¬†faz querer gritar junto com o Bert e toda a plat√©ia¬†e, de verdade, enquanto ela toca eu ~~olho para o teclado e n√£o sei mais o que dizer, apenas sentir~~.

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Meu gosto musical mudou muito de l√° pra c√°.¬†Se, hoje, eu conhecesse o √°lbum Lies For The Liars ¬†(2007) e todos os outros anteriores a ele, as chances de gostar de The Used (e demais bandas que eu curtia na √©poca) seriam m√≠nimas. “Muito barulho”, eu diria.
Apesar do apego sentimental que carrego comigo, eu nunca parei pra escutar nenhum álbum novo (leia-se: desconhecido por mim) dos artistas que fizeram parte da minha vida até meus 17 anos (#sdd). Nunca, até hoje! Num exato momento do meu dia, eu decidi entrar no spotify pra escutar tudo o que eu não conhecia de The Used.

Dei play em Imaginary Enemy –¬†¬†√ļltimo √°lbum lan√ßado –¬†e, desde ent√£o, vivo de repeats¬†nele (mas pulando as m√ļsicas mais barulhentas, confesso haha).

Separei as minhas ~favoritas pra compartilhar com vocês e fica aí a pergunta: você já se permitiu conhecer os trabalhos novos dos artistas da sua adolescência? Se ainda não, fica a dica, você pode se surpreender.

~~ impressionada que o Bert est√° ainda mais maravilhoso do que era h√° 9 anos ~~~

 


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WISHLIST: LIVROS

Era 17h de uma sexta feira. Eu estava feliz porque me liberaram mais cedo no √īnibus a caminho de casa, quando bateu uma saudadezinha da minha inf√Ęncia – mais precisamente dos momentos em que eu passava dentro de um sebo escolhendo v√°rios gibis da Turma da M√īnica. N√£o existia prazer maior do que ficar em casa separando os gibis j√° lidos para trocar no sebo por “novos” (mas rolava uma decep√ß√£ozinha quando a maioria dos gibis que tinham para venda/troca j√° estavam com meu nome na capa).

Nesses minutos em que estive sentada recordando meu passado, me dei conta de que meu saldo de livros lidos em 2015 foi: umzinho¬†(Morte na Mesopot√Ęmia – Agatha Christie), e eu me envergonho muito disso, mia gente. Mas n√£o √© f√°cil carregar na bolsa livro+marmita+caderno+estojo+necessaire+blusa+etc, tudo isso num √īnibus¬†cheio, onde √© quase¬†imposs√≠vel sentar e abrir um livro (e, c√° entre n√≥s, quando senta¬†o cansa√ßo √© tanto que s√≥ de pensar em ler, os olhinhos come√ßam a fechar).

Esse ano eu t√ī querendo demaisssssss retomar meus h√°bitos de leitura. Sinceramente, n√£o sei em que momento do dia farei isso, visto que inclui a academia nas minhas 24hrs, MAS VOU!
E, embora a estante ainda esteja lotad√≠ssima de livros que eu sequer toquei (e outros tantos que abandonei pela metade), t√ī precisando de livros novos, com hist√≥rias (muito) fortes que me despertem aquela vontade lhouca de devor√°-los. Que me deem tapas na cara, choques de realidade, desespero, medo, ¬†ang√ļstia e mais um turbilh√£o de sentimentos que as hist√≥rias ver√≠dicas me causam.

Livros 1

DOIS IRM√ÉOS, UMA GUERRA –¬†ELTON, BEN. Editora: Jangada
‘Dois Irm√£os, Uma Guerra’ √© a hist√≥ria comovente de dois garotos nascidos em Berlim, em 1920 – um judeu e seu irm√£o adotivo ariano -, criados como g√™meos por pais judeu-alem√£es, √† sombra do Nazismo. Mas, com a mudan√ßa do cen√°rio pol√≠tico, eles acabam em lados opostos durante a Segunda Guerra Mundial – um fazendo parte da Waffen-SS e o outro, do ex√©rcito brit√Ęnico – e t√™m que se confrontar com uma escolha inimagin√°vel, que mudar√° completamente o destino de ambos. Qual deles sobreviver√°? Como ir√£o enfrentar a terr√≠vel verdade oculta em seu passado?

O MENINO DA LISTA DE SCHINDLER РLEYSON,  ELISABETH B. Editora: Rocco
Um pequeno vilarejo, os irm√£os, os amigos, as corridas nos campos, os banhos de rio: essa √© a verdadeira hist√≥ria de Leon, a hist√≥ria de um mundo despeda√ßado pela invas√£o dos nazistas. Quando em 1939 o ex√©rcito alem√£o ocupou a Pol√īnia, Leon tinha apenas dez anos. Logo ele e sua fam√≠lia foram confinados no gueto de Crac√≥via junto a milh√Ķes de outros judeus. Com um pouco de sorte e muita coragem, o menino conseguiu sobreviver ao inferno e foi contratado para trabalhar na f√°brica de Oskar Schindler, o famoso empreendedor que conseguiu salvar mais de mil e duzentos judeus dos campos de concentra√ß√£o. Neste testemunho que ficou por tanto tempo in√©dito, Leon Leyson nos conta sua extraordin√°ria hist√≥ria, na qual, gra√ßas √† for√ßa de um menino, o imposs√≠vel se tornou poss√≠vel. O menino da lista de Schindler √© um legado de esperan√ßa e um chamado para que todos n√≥s nos recordemos daqueles que n√£o tiveram a chance do amanh√£.

EU SOU O √öLTIMO JUDEU – RAJCHMANN, CHIL. Editora: Zahar
No campo de exterm√≠nio de Treblinka, onde judeus foram mortos, alguns sobreviveram e Chil Rajchman foi um deles. Por dez meses, sobreviveu ao terror. Carregou cad√°veres em decomposi√ß√£o. Extraiu dentes dos mortos para que os nazistas aproveitassem o ouro, lavando-os em vasilhas. Testemunhou suic√≠dios, empalamentos e execu√ß√Ķes. Foi chicoteado, teve tifo, sarna. Em agosto de 1943, Chil e outros prisioneiros conseguiram p√īr em pr√°tica um plano de revolta. Ele foi um dos √ļltimos judeus a escapar de Treblinka. Seu relato, escrito ainda durante a guerra, vem acompanhado por fotografias, mapas e a planta do campo de exterm√≠nio.

Livros 2

A VIRGEM NA JAULA – ALY, AYAAN HIRSI. Editora: Companhia das Letras
Nascida na Somália, exilada na Arábia Saudita, Etiópia e Quênia, Ayaan Hirsi Ali sobreviveu a culturas que tradicionalmente reservam um papel inferior às mulheres. Na Holanda, para onde fugiu depois de escapar de um casamento arranjado pela família, tomou contato com as tristes histórias de outras vítimas, exiladas ou não, e viu como mesmo nos países ocidentais, famílias muçulmanas mantêm os costumes e os maus-tratos às mulheres. Neste livro, uma coleção de escritos que resume sua indignação e sua visão de uma política eficaz contra os abusos, Ayaan ataca a política oficial do Ocidente e o multiculturalismo de forma que poucos ocidentais ousaram Рpara ela, o Ocidente precisa ser mais duro com o mundo muçulmano.

A COSTUREIRA DE KHAIR KHANA – LEMMON, GAYLE TZEMACH. Editora: Seoman
A vida que Kamila Sidiqi conhecia mudou da noite para o dia quando o Talib√£ tomou o controle da cidade de Cabul. Depois de estudar para professora durante a guerra civil – uma conquista rara para qualquer mulher afeg√£ – Kamila foi confinada √† sua casa e proibida de continuar estudando. Quando seu pai e seu irm√£o mais velho foram obrigados a abandonar a cidade, Kamila se tornou a √ļnica provedora de seus cinco irm√£os. Tendo apenas a coragem e a determina√ß√£o como armas, ela pegou agulha e linha e criou sozinha um pr√≥spero neg√≥cio. Esta √© a hist√≥ria dessa inacredit√°vel empreendedora que mobilizou sua comunidade sob o dom√≠nio do Talib√£.

NA PELE DE UMA JIHADISTA – ERELLE, ANNA. Editora: Paralela
A jovem e fr√°gil M√©lodie, rec√©m convertida ao islamismo, conhece, num chat de Facebook, Bilel, integrante de alto escal√£o do Estado Isl√Ęmico e bra√ßo direito de Abu Bakr al-Baghdadi, um dos terroristas mais perigosos do mundo. Ap√≥s somente dois dias de conversas por Skype, ele j√° se declara apaixonado . Mais do que isso – pede M√©lodie em casamento, instigando-a a juntar-se a ele na S√≠ria para viverem juntos uma vida id√≠lica, repleta de riquezas materiais e espirituais. Mas o que Bilel n√£o sabe √© que M√©lodie n√£o existe fora do mundo virtual. Ela √©, na verdade, Anna Erelle, uma jovem rep√≥rter parisiense que investiga as redes de recrutamento de grupos terroristas e suas propagandas digitais.

livros 3

MADELEINE – MCCANN, KATE. Editora: Prumo
Neste livro, Kate McCann, mãe da garotinha inglesa Madeleine McCann, conta pela primeira vez sua versão sobre o desaparecimento da filha. Ela acredita que a filha ainda está viva e levanta a hipótese de que a menina tenha sido raptada por uma rede de pedofilia no sul de Portugal, aos três anos de idade, em 2007. O livro revela ainda detalhes da vida íntima do casal: conta como os pais de Madeleine se conheceram e como enfrentaram, após o sumiço da menina, problemas como a falta de interesse sexual e a dificuldade de retomar o trabalho e a vida social.

3096 DIAS – KAMPUSCH, NATASCHA. Editora: Verus
Natascha Kampusch sofreu o destino mais terr√≠vel que poderia ocorrer a uma crian√ßa em 2 de mar√ßo de 1998, aos 10 anos, foi sequestrada a caminho da escola. O sequestrador – o engenheiro de telecomunica√ß√Ķes Wolfgang Priklopil – a manteve prisioneira em um cativeiro no por√£o durante 3.096 dias. Nesse per√≠odo, ela foi submetida a todo tipo de abuso f√≠sico e psicol√≥gico e precisou encontrar for√ßas dentro de si para n√£o se entregar ao desespero. Agora, pela primeira vez, Natascha Kampusch fala abertamente sobre o sequestro, o per√≠odo no cativeiro, seu relacionamento com o sequestrador e, sobretudo, como conseguiu escapar do inferno, permitindo ao leitor compreender os processos de transforma√ß√£o psicol√≥gica pelos quais passa uma pessoa mantida em cativeiro, sofrendo todo tipo de agress√£o f√≠sica e mental imagin√°vel.

ADOR√ĀVEL HERO√ćNA – HINGSON, MICHAEL. Editora: Universo dos Livros
Nenhum alarme soou no 78o¬†andar da Torre Norte do World Trade Center e ningu√©m sabia o que tinha acontecido √†s 8h46 do dia 11 de setembro de 2001 – uma manh√£ que teria sido de um dia normal de trabalho para milhares de pessoas. Cego desde o nascimento, Michael tamb√©m n√£o via nada naquele dia, mas conseguia ouvir os sons de vidro estilha√ßado, destro√ßos caindo e pessoas aterrorizadas se reunindo em torno dele e de sua c√£o-guia. No entanto, Roselle permaneceu calma ao seu lado. Naquele momento, Michael escolheu confiar nos julgamentos de sua cachorra e n√£o entrar em p√Ęnico. Eles eram uma equipe. ‘Ador√°vel hero√≠na’ possibilita ao leitor entrar no World Trade Center segundos ap√≥s o ataque para vivenciar a experi√™ncia de um homem cego e de sua c√£o-guia na luta pela sobreviv√™ncia.

Chente, perdão pelo post longo. Pensei em dividir em 2 partes mas super me empolguei, hihi.

 


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